Revolução
>> sábado, 20 de abril de 2013
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| Aba reta e calça larga é o último grito da moda entre a nova elite paulistana. |
Coletivo 201
>> quinta-feira, 18 de abril de 2013
Todo dia ela pegava o mesmo ônibus pra percorrer o trajeto de 30 quilômetros entre o trabalho e a sua casa.Se livraria do coletivo.
100 metros rasos
>> quarta-feira, 17 de abril de 2013
100º Like!
>> terça-feira, 19 de março de 2013
Coloquei no twitter que o 100º like na página dO Sumo da Laranjinha no Facebook ganharia um texto meu sobre qualquer coisa! (eu sei, não é lá um grande prêmio, preciso trabalhar as estratégias de marketing!)
Naquele quarto dia, salém,
que na verdade se chamava Kael, depois de muito maquinar seu plano, decidiu que
o ataque seria iminente. Era ele ou o outro. Os dois até então hesitaram... se
examinaram, por quatro dias não cederam a nenhuma necessidade, nem às mais
básicas: o território e o amor de uma humana estavam em jogo. Kael sabia que o
outro também não iria a nenhum lugar. Atacar era a única solução. "Faz ela fazer um conto sobre um gato que viu o reflexo dele e ficou uma semana bolando uma guerra consigo mesmo e depois bateu a cara no espelho quando percebeu que na vdd era reflexo e isso é o cliffhanger então ngm sabe né que ele tá em guerra com ele mesmo"
Dança das Cadeiras - por Marília Ferreira
Ao terminar de subir a escada rolante que dá acesso à praça de alimentação me arrependi amargamente de minha decisão. Como pude me esquecer disso? Praça de alimentação de shopping na hora do almoço é a porta do inferno! Uma cadeira para cada dez pessoas, pior que concorrência de concurso público!
Mas o erro já havia sido cometido. A fome já estava apertando, e, após o que me pareceu ser uma eternidade na fila para fazer o pedido, entrei na dança segurando minha bandeja. Como eu temia: nenhum lugar vago. Então comecei minha busca por uma mesa que parecesse estar prestes a ser desocupada. A primeira mesa que olhei estava ocupada uma mulher e quem julguei serem seus três filhos pequenos. A mãe parecia estar em mais apuros que eu: a menina mais nova chorava inconsolavelmente e os dois meninos brigavam pelas batatinhas que sobravam. Definitivamente, aquela não seria minha mesa. Mais adiante, avistei uma mesa com cinco adolescentes que aparentemente já haviam terminado sua refeição, mas continuavam ali tirando fotos e brincado de “eu nunca” com refrigerante. Pelo jeito, não sairiam de lá tão cedo...
Em outra mesa havia um casal. A garota já tinha terminado seu prato e olhava encantada para seu amado, que, ocasionalmente parava de mastigar pra lhe mandar beijos. Ele também já estava terminando e checou as horas em seu relógio. Eu já estava me preparando para pegar a mesa bem na hora em que uma mulher vestindo um farto decote passou ali ao lado. Por um segundo o olhar do rapaz se desviou para ela, e, pela expressão da namorada, percebi que uma briga tenebrosa estava para começar. Disse adeus para aquela mesa e segui em frente.
Meu próximo alvo foi a mesa de um velhinho que estava desacompanhado, mas desisti desta momentos depois quando uma moça se juntou à ele com sua bandeja na mão. A principio, achei que eram pai e filha, mas o beijo que trocaram em seguida me fez pensar que ele estava melhor que muito garotão por aí!
Cansada e faminta, decidi mudar de estratégia. Encontrei uma mesa ocupada apenas por uma senhora, três cadeiras vagas.
- Desculpe, mas a praça está cheia, posso me sentar aqui?
-Sem problemas. Respondeu.
Finalmente sentada, comecei a comer meu almoço já quase frio. A senhora com que dividi a mesa usava duas alianças no dedo anelar, o que me levou a concluir que era prematuramente viúva. Pouco tempo depois ela deixou a mesa. Não demorou muito e eu a liberei para um trio de amigas que a rondavam feito abutres. Compreensível.
Voltei para o trabalho pensando que talvez se almoçar no shopping não fosse, para muitos, uma atividade coletiva e social eu teria conseguido comer meu almoço ainda quente e tampouco teria que explicar meu atraso ao meu chefe. Afinal, quem come sozinho, termina mais rápido.
Escrever ou não escrever? tudo são questões!
>> sábado, 16 de março de 2013
[VENDIDO] - Uma teoria sobre relacionamentos
>> quinta-feira, 14 de março de 2013
Todo mundo já viu aquelas propagandas (irritantes) de MEGA SALDÃO DAS CASAS BAHIA - É ISSO MESMO - SÓ AMANHÃ - MEGA SALDÃO DAS CASAS BAHIA (fundo preto, um texto esmagando o outro, explosões, letra amarela e vermelha etc etc).Pois os namoros são bem parecidos com os mega saldões das Casas Bahia!
"Felicidade não acompanha este produto"
>> quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
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| Escolha qual dos estilos da Renner você quer comprar |
Assim como pra ser expert em literatura não basta você comprar uma biblioteca fantástica (é, tem que ler os livros, colega, instrução não acompanha), usar um determinado desodorante não basta pra você ser sexy, usar o look da moda não basta pra você ser descolado, comprar um sabão em pó certo não basta pros seus filhos serem crianças loirinhas e saudáveis, usar um smartphone não te dá amigos nem uma vida interessante pra compartilhar com eles.
O mais preocupante é que, diferente do argumento dos publicitários, nem todos os adultos têm o discernimento de entender isso sem as letras miudinhas ao fim do comercial. São apenas crianças crescidas que ficam frustradas ao perceberem que suas vidas não foram modificadas em nada pelos produtos que compraram. Ao perceberem que pra brincadeira com o Max Steel ser tão legal quanto na propaganda, elas precisam não de todos os bonecos com todos os acessórios, mas de amiguinhos pra brincar junto. Que pra família ser tão feliz e harmoniosa quanto no comercial do apartamento, elas precisam ser pessoas melhores e mais atenciosas, e não morar no Alpha Ville 3 com piscina e garagem coberta - felicidade também não acompanha esse empreendimento imobiliário.Cine Clube Cult #3
>> terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Há tempos que venho me prometendo escrever um comentário pra cada filme que eu assisto, pelo menos para cada um que me marca de alguma forma... mas, ah, que preguiça!
Vez por outra a disposição vence a batalha e saem alguns textos. Pra conferir clique aqui, aqui e aqui.
Parece que a disposição venceu mais uma vez! Seguem breves comentários sobre os últimos filmes que eu vi - e gostei - no cinema (com spoilers!)
No - Ok, confesso que o que me levou ao cinema para ver esse filme foi essa carinha linda de revolucionário ultra-jovem do Gael. Sério, eu assisto qualquer filme com o Gael. Qualquer um. Até mesmo os bem mais ou menos. Assim, fui lá eu assistir No. O filme conta a história do plebiscito que levou o povo do Chile às urnas para decidir se o general Pinochet continuaria ou não no poder, em 1988 (eu nem tinha nascido). O personagem de Gael é um publicitário de sucesso, convidado para ajudar na campanha do "No" - que não tinha nenhuma esperança de ganhar.
(t)odas as (p)aixões do (m)undo
>> domingo, 17 de fevereiro de 2013
direitos humanos x direitos dos manos
>> quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Como todas as manhãs, desde que começou o ano, estava eu há dois dias esperando o ônibus na parada perto da minha casa. O ônibus não passou, e eu peguei o que a gente chama de "carona" - e o detran chama de "transporte irregular de passageiros", com uma moça. No caminho, pegamos mais duas passageiras - mãe e filha, que imediatamente começaram a conversar. A motorista estava dizendo que só parava na parada quando só tinha mulher, que tinha medo de dar carona pra homem que era perigoso etc, etc. As duas outras passageiras continuaram dizendo que sim, era mesmo, que acontecia cada barbaridade, como a gente vê todo dias nos jornais, como, por exemplo, o caso da empresária que foi sequestrada, estuprada, esfaqueada e queimada viva. Até então eu não tinha ouvido falar do caso, (e só depois vi que havia dias que imagem daquela mulher desparecida cirvulava no meu facebook), então elas contaram todos os detalhes, e como a televisão transmitiu a captura dos suspeitos, e como eles falaram do crime sem nenhum remorso aparente.
Isso não é um desabafo: é um pedido de ajuda.









